Por Redação em 10/09/2021

John Money é considerado um dos "pais da ideologia de gênero". O médico e psicólogo criou o termo “identidade de gênero”.

John teve a chance de criar um garoto desde o início da infância como se fosse garota, e aproveitou, já que acreditava que ser homem ou mulher "não era uma questão biológica, mas cultural."

O acidente

Os gêmeos Bruce e Brian Reimer nasceram como meninos perfeitos, mas após sete meses, começaram a apresentar dificuldades para urinar. Então, sob orientação médica, os pais, Janet e Ron, levaram os dois a um hospital para serem circuncidados.

Bruce, infelizmente, acabou se envolvendo em um acidente. Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi, o equipamento apresentou problemas, e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pênis do bebê.

John Money teve a chance de tentar dissociar gênero e tendências biológicas

Janet e Ron estavam vendo televisão e se depararam com John. “O doutor Money estava lá, muito carismático, e parecia muito inteligente e muito confiante no que estava falando", disse Janet para Money.

Poucas semanas depois, ela levou Bruce para vê-lo em Baltimore, nos Estados Unidos.

O caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança a qual ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que trazia até mesmo seu grupo de controle com ele – um gêmeo idêntico.

Então, quando Bruce tinha 17 meses de idade, se transformou em "Brenda". Quatro meses depois, no dia 3 de julho de 1967, o primeiro passo cirúrgico para a mudança foi tomado, com a castração. O médico enfatizou que os pais nunca deveriam contar a "Brenda" ou ao seu irmão gêmeo que ambos eram do sexo masculino.

O resultado

“A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja”, registrou Money em uma das primeiras consultas.

Mas em contraste, ele também observou: “A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas”.

No entanto, na época em que Bruce chegou à puberdade, aos 13 anos, ela sentia impulsos suicidas.

"Eu podia ver que Brenda não era feliz como menina", lembrou Janet. "Ela era muito rebelde. Ela era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada feminino. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, a chamavam de mulher das cavernas. Ela era uma garota muito solitária."

Ao observar a tristeza da filha, os pais de Bruce pararam com as consultas com John Money. Logo depois, eles fizeram algo que Money tinha pedido para que não fizessem: contaram a ela que "Brenda" tinha nascido como um menino.

Semanas depois, "Brenda" escolheu se transformar em David. Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do pênis e até se casou. Ele não podia ter filhos, mas adorou ser o padrasto dos três filhos de sua esposa.

Ele mal conseguia acreditar que tinham vendido seu caso como sucesso por John Money

"Ele não tinha como saber que seu caso tinha ido parar em uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis", disse John Colapinto, um jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David.

"Ele mal conseguia acreditar que (sua história) estava sendo divulgada por aí como um caso bem sucedido e que estava afetando outras pessoas como ele."

Fim trágico

Quando passou dos 30 anos, David entrou em depressão. Ele perdeu o emprego e se separou da esposa.

Na primavera de 2002, seu irmão morreu devido a uma overdose de drogas.

Dois anos depois, no dia 4 de maio de 2004, quando David estava com 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, receberam uma visita da polícia que os informou que seu filho tinha cometido suicídio.

Para mais detalhes, clique aqui.


Foto: reprodução/YouTube.

Por Redação em 10/09/2021

Quem não gosta de um feed de informações atualizado, que atire a primeira pedra. Esse, aliás, é o princípio do Google News ou Google Notícias.

De acordo com o Portal Beebom, nos últimos anos, isso tudo passou por uma reformulação.

No entanto, ainda há notícias falsas, as famosas fake news, que a inteligência artificial do Google ainda não identifica.

Em suma, o que se espera de inteligência artificial, quando aplicada à notícias, que ela seja humana.

Um tanto quanto contraditório, não? Não!

Vários portais de notícias entram em cena como alternativas ao Google News.

Confira a lista com as 10 melhores alternativas ao Google News.

1. Microsoft News (MSN)

Microsoft News também conhecido como MSN. Trata-se de um dos portais de notícias mais antigos da internet. O MSN foi lançado em 1995. Já o Google News, em 2002.

Conhecido pela curadoria de notícias, o MSN é, de acordo com o portal, uma das melhores alternativas do Google News. Mesmo permitindo a personalização das fontes de notícias. Além disso, ele também suporta idiomas locais e dialetos.

2. Apple News

Embora o Google News tenha um portal da web autônomo, ou seja, que pode ser acessado de qualquer dispositivo. Do outro lado, o Apple News é limitado apenas a dispositivos iOS e macOS.

Ou seja, ou você vive no universo Apple ou o Apple News não é uma alternativa para você! Mesmo tendo todos os recursos do Google Notícias, todo o sistema é integrado ao ID Apple. Além da leitura personalizada de notícias, é possível assinar jornais, revistas, jornais e outros.

3. Yahoo News

Vamos falar a verdade: o Yahoo está sumindo lentamente da memória do público. No entanto, o serviço de notícias: Yahoo News, ainda é uma escolha para os usuários.

Assim como o Google News, o Yahoo News tem um portal da web onde se pode encontrar notícias locais e mundiais. “Embora as fontes de notícias sejam muito boas, não há como personalizar o feed na web”.

4. Bundle

Quando se espera um aplicativo móvel, com notícias de qualidade e aquele toque de design, o Bundle é uma das melhores alternativas ao Google Notícias.

O aplicativo revitalizou todos os recursos do Google Notícias. Além de trazer notícias personalizadas de centenas de fontes como blogs e revistas, o Bundle oferece notificações.

5. Flipboard

O Flipboard é um aplicativo que agrega notícias populares e está disponível tanto para iOS como para Android. O Flipboard busca assuntos do seu interesse, por tópicos, e cria um feed de notícias totalmente personalizado. Em suma, e comparado com o Google News, o Flipboard trata da leitura personalizada.

6. Feedly

Quando se pensa em agregador de notícias, a melhor solução é o Feedly. Ele é moderno e direcionado aos leitores de RSS.

Se o fato de escolher a fonte das notícias é o que lhe agrada no Google, certamente você vai amar o Feedly. Ele permite escolher por agências de notícias, blogs, canais do YouTube, identificadores do Twitter, e palavras-chave do Google. Ah, e tudo apresentado em um feed personalizado para você.

7. Inshorts

O Inshorts é um aplicativo de notícias exclusivo. Ele não conta com tantos recursos com o do aplicativo do google, mas por outro lado, ele apresenta resumos com até 60 palavras sobre as notícias do momento.

Em tempos onde o tempo vale ouro, essa é uma solução e tanto! Isso sem contar que o Inshorts elimina a desorganização

8. Associated Press

A Associated Press é uma agência de mídia que reúne informações em todo o mundo por meio de seus correspondentes locais. A AP, como é conhecida, é uma das agências de mídia mais antigas do mundo. Um dos grandes diferenciais é que a AP relata fatos e informações verificadas sem qualquer opinião ou preconceito.

9. Pocket

Embora o Pocket não seja uma alternativa adequada ao Google Notícias, ele definitivamente pode agir como tal. O principal caso de uso do Pocket é que você pode salvar artigos no Pocket para leitura posterior.

Como todos os modelos anteriores, o Pocket utiliza inteligência artificial para moldar os interesses dos usuários. Desta forma, recomenda artigos e notícias. Um grande diferencial é que ele oferece uma seção chamada “melhor da web”, em que são apresentados artigos selecionados por curadores humanos.

10. Inside

O Inside é um serviço de newsletter que se difere dos demais pela curadoria de notícias e artigos informativos. Não, ele não é exatamente uma alternativa ao Google Notícias, pois não conta com um portal de notícias independente.

Embora ele envie notícias e artigos perspicazes de diferentes assuntos.

Para ler na íntegra, clique aqui.


Foto: Markus Winkler.

Por Redação em 01/09/2021

O delivery foi um dos setores que cresceram durante a pandemia. E para inovar o setor, chegou ao Brasil o delivery aberto.

Trata-se da primeira plataforma aberta de delivery no Brasil.

De acordo com o portal Valor Investe, não se trata de um simples aplicativo, mas sim de uma plataforma completa de delivery.

“Não se trata de um novo aplicativo (app), mas de um sistema que reunirá, em uma só plataforma, os dados dos estabelecimentos. A ideia é simplificar a comunicação, reduzir gastos e ampliar a concorrência aos “apps” que operam no mercado”.

Delivery aberto no Brasil

O projeto começou a ser discutido em meados de 2020, ainda no início da pandemia.

A novidade deve ser lançada agora em setembro (2021).

A ideia é que as empresas de software migrem para o sistema. A delivery aberto estará liberada para bares, restaurantes e lanchonetes ainda em outubro (2021).

Em outras palavras, microempreendedores como carrinhos de comida, por exemplo, poderão participar da iniciativa.

O projeto já está em fase de testes e foi liderado pela Abrasel, a Associação de Bares e Restaurantes.

Empresas participantes

Várias empresas, entre elas, AmBev, Coca-Cola, Rede, Cielo e Getnet, já aderiram ao modelo.

O aplicativo de entrega Rappi, também aderiu ao programa.

“Quem adere não é obrigado a usar a ferramenta e pode continuar com seus programas próprios, mas a expectativa é que, com o maior apoio, a adesão ocorra naturalmente, diz a associação.

Para saber mais, clique aqui.


Foto: Zulu Fernando.