Por Redação em 27/01/2023

"Atlas Shrugged" (A Revolta de Atlas) é um romance escrito por Ayn Rand, publicado em 1957. O livro é considerado uma das obras literárias mais influentes de Rand e é visto como uma defesa da liberdade individual e do capitalismo. A história gira em torno de um grupo de indivíduos proeminentes que se opõem a um governo cada vez mais intervencionista e socialista. No entanto, eles escolhem "parar de carregar o mundo" em suas costas.

A história é ambientada em uma futura América. No cenário, a economia está em colapso e o governo está aumentando sua intervenção e controle sobre a vida dos cidadãos.

Protagonista, Dagny Taggart, é uma executiva de uma grande empresa ferroviária. Ela luta para manter sua empresa flutuando em meio às regulamentações governamentais cada vez mais opressivas.

Ela se une a outros líderes empresariais e indivíduos talentosos, conhecidos como "os que param", que decidem abandonar o mundo e se retirar para uma comunidade secreta chamada Galt's Gulch. Assim, onde eles podem viver e trabalhar livres das restrições governamentais.

O romance: Atlas Shrugged

O romance apresenta temas comuns em muitas obras de Rand. A importância da individualidade e auto-realização, a necessidade de um sistema econômico livre baseado no capitalismo e a crítica ao intervencionismo estatal e ao socialismo.

A personagem de Dagny Taggart é vista como um exemplo de um indivíduo virtuoso, que trabalha duro e é movida por sua paixão e ambição.

A história tem um forte senso de heroísmo. Além disso, retrata os indivíduos talentosos e bem-sucedidos como os que carregam o mundo nas costas e são mal recompensados ​​por suas realizações.

A crítica

"Atlas Shrugged" é considerado uma obra-chave na filosofia Objectivist de Rand e tem sido objeto de muita discussão e controvérsia desde sua publicação.

Alguns críticos argumentam que o livro idealiza o capitalismo e despreza as necessidades dos menos afortunados. Por outro lado, outros argumentam que é uma defesa poderosa da liberdade individual e do livre mercado. Independentemente da opinião, é um livro que tem tido um impacto significativo na literatura e na discussão política e econômica. Por isso, continua a ser um marco importante na obra de Ayn Rand.

Em resumo, "Atlas Shrugged" é um romance escrito por Ayn Rand, publicado em 1957, que é considerado uma das obras literárias mais influentes de Rand e uma defesa da liberdade individual e do capitalismo. A história gira em torno de um grupo de indivíduos proeminentes que se opõem a um governo cada vez mais intervencionista e socialista e escolhem "parar de carregar o mundo" em suas costas. O livro apresenta temas comuns em muitas obras de Rand, como a importância da individualidade e auto-realização, a necessidade de um sistema econômico livre baseado no capitalismo e a crítica ao intervencionismo estatal e ao socialismo, e tem sido objeto de muita discussão e controvérsia desde sua publicação.

Fonte: OpenAI.


Foto: repodução/ Amazon.

Por Redação em 26/01/2023

Recentemente, o Vaticano expulsou um padre ativista antiaborto de sua congregação devido a suas ações políticas controversas. O padre havia sido acusado de usar a sua posição como líder religioso para influenciar a política pública. Além disso, pressionar os governos a legalizar o aborto.

A decisão de expulsar o padre foi tomada depois de uma investigação interna do Vaticano, que descobriu que ele havia violado os princípios da Igreja Católica. Justamente ao se envolver ativamente em questões políticas. A Igreja Católica acredita que os líderes religiosos devem se concentrar na difusão da fé e na orientação espiritual, e não na política.

Vaticano expulsa padre

A expulsão do padre foi vista por alguns como uma medida necessária para proteger a integridade da Igreja Católica. Além disso, para manter a sua independência em relação à política. No entanto, outros argumentam que a Igreja deveria ser mais ativa na defesa dos valores morais e éticos, incluindo a oposição ao aborto.

O aborto é uma questão altamente controversa e polarizante, e a posição da Igreja Católica é clara: ela é contra o aborto em todas as circunstâncias. No entanto, há a exceção para quando a vida da mãe está em risco.

Todavia, a Igreja acredita que a vida humana é sagrada desde a concepção. Por isso o aborto é uma violação dos direitos humanos.

No entanto, alguns criticam a posição da Igreja, argumentando que ela é desumanizante e não leva em conta as circunstâncias únicas e complexas das mulheres que optam por abortar. Eles argumentam que a proibição do aborto não resolve o problema, mas simplesmente o torna mais perigoso e inacessível.

Padre líder de grupo

O padre expulso era conhecido por sua atuação como líder de um grupo antiaborto. A organização de protestos e campanhas de lobby para pressionar os governos, por exemplo.

Ele também usava seu cargo como líder religioso para influenciar as opiniões de seus fiéis e se envolver ativamente na política.

A expulsão do padre tem gerado debate entre aqueles que apoiam a posição da Igreja sobre o aborto e aqueles que a criticam. No entanto, alguns argumentam que a expulsão foi uma medida justa para proteger a independência da Igreja e manter sua integridade.

Por outro lado, outros argumentam que a Igreja deveria ser mais ativa na defesa dos valores morais e éticos. Além disso, não se afastar de questões políticas importantes como o aborto.

É importante notar que a Igreja Católica tem o direito de tomar decisões sobre quem pode ou não pertencer à sua congregação. Porém, a expulsão do padre é uma forma de garantir a conformidade com os princípios da Igreja.

No entanto, a questão do aborto é complexa e envolve muitos aspectos éticos, legais e sociais.

Resumidamente, o Vaticano expulsou um padre ativista antiaborto devido a suas ações políticas controversas. A decisão foi tomada depois de uma investigação interna que descobriu que ele havia violado os princípios da Igreja Católica, pois se envolveu em questões políticas.

A questão do aborto é altamente controversa e polarizante, embora a posição da Igreja Católica seja clara. "Ela é contra o aborto em todas as circunstâncias, exceto quando a vida da mãe está em risco".

No entanto, a expulsão do padre tem gerado debate entre aqueles que apoiam a posição da Igreja sobre o aborto e aqueles que a criticam.

Fonte: OpenAI.


Foto: jcomp/ Freepik.

Por Redação em 26/01/2023

Recentemente, notícias vieram à tona de um estudante que desviou cerca de R$ 13 mil que eram destinados para a formatura da própria turma do curso. O aluno em questão cursava Farmácia na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Em entrevista, o estudante afirmou que "parecia ser um dinheiro que era meu", e que ele não tinha intenção de prejudicar ninguém.

A falta de dinheiro para a formatura foi descoberta pela comissão organizadora, que ficou surpresa ao encontrar uma grande falta de recursos financeiros.

Entenda o caso do estudante que desviou recursos da formatura

Após investigações, descobriu-se que o estudante havia usado o dinheiro para suas próprias despesas pessoais, como tatuagens e piercings, por exemplo.

A atitude do estudante causou uma grande comoção entre os colegas de turma, que se sentiram traídos e enganados.

Para arrecadar fundos e planejar a formatura da turma, parte dos alunos trabalhou duro. Afinal de contas, o estudante desviou o dinheiro da formatura.

Além disso, a situação também causou preocupação entre os professores e funcionários da UFSM. Existe a preocupação em relação a imagem da instituição. No entanto, professores e funcionários trabalham para garantir as medidas cabíveis ao caso. A proposta é evitar incidentes similares no futuro.

É importante destacar que a conduta do estudante é inaceitável e totalmente contrária aos valores éticos e morais que devem ser seguidos por todos os membros da comunidade acadêmica. O uso indevido de dinheiro destinado para fins coletivos é uma violação grave. Entretanto, pode ter consequências graves, tanto para a pessoa envolvida quanto para a instituição.

É importante que sejam tomadas medidas para garantir a transparência e a responsabilidade financeira, especialmente quando se trata de dinheiro destinado para eventos coletivos como formaturas. Além disso, é fundamental que haja uma educação sobre ética e moral, para que os indivíduos possam entender a importância da honestidade e integridade em suas ações.

Fonte: OpenAI.


Foto: Freepik.