Por Redação em 15/01/2021

Nova política de privacidade do WhatsApp, que entrará em vigor a partir de 8 de fevereiro (2021), tem colocado em cheque o uso do aplicativo. Isso porque, segundo os termos, o usuário que aceitar usar o aplicativo terá seus dados compartilhados com o Facebook. E se você quer uma alternativa para continuar se comunicando com segurança, diga adeus WhatsApp e conheça os 8 aplicativos de mensagem para não compartilhar seus dados com o Facebook.

O WhatsApp começou a avisar seus usuários sobre os novos termos de uso recentemente. E os usuários que não estiverem de acordo terão suas contas suspensas ou bloqueadas até que o aceite seja confirmado.

Adeus WhatsApp

Apesar de o WhatsApp afirmar que as informações compartilhadas com o Facebook serão apenas em funções como o carrinho de compras em bate-papos com lojas, os novos termos de uso fizeram vários usuários refletirem sobre manter suas contas ou não no aplicativo.

Até porque, a credibilidade do Facebook está em cheque já faz tempo, e foi pensando nisso que o Olhar Digital lançou a campanha Adeus WhatsApp: 8 mensageiros para não compartilhar seus dados com o Facebook.

Novos aplicativos de mensagens para não compartilhar dados com o Facebook

Signal

De acordo com o Olhar Digital, o Signal é considerado um dos mensageiros mais seguros disponíveis. Com código aberto e criptografado de ponta a ponta, no Signal somente o real destinatário do bate-papo poderá acessar o conteúdo, garantindo que terceiros não tenham acesso às mensagens trocadas. Além disso, o aplicativo é o queridinho do ex-NSA Edward Snowden e de outras figuras por aí.

O Signal oferece opção gratuita e disponível para Android e iOS (iPhone e iPad), faz chamadas de voz/vídeo em HD, e tem opções avançadas para a edição de imagens (para proteger ainda mais a privacidade de quem aparece nas fotos), além da possibilidade de personalizar os alertas para cada um dos contatos.

No PC, o Signal tem versões para Windows, Mac e Linux, que você pode baixar por meio do site oficial.

Wire

Um pouco menos famoso, o Wire também tem como principal bandeira o foco na privacidade dos dados dos usuários. “O software oferece contas pessoais, recursos de mensagens criptografadas e segurança”. Há também a opção de integrar o aplicativo a sistemas e serviços corporativos.

Librem Chat

Também ainda pouco conhecido, o Librem Chat passa a ser uma opção a considerar, já que também possui criptografia de ponta a ponta, o que garante a segurança do acesso e da confidencialidade do conteúdo da conversa.

No Librem Chat, os usuários criam uma conta usando seu endereço de e-mail e, então, podem conversar por texto, fazer chamadas de vídeo e de voz.

Telegram

O Telegram já é bastante popular entre os utilizadores de mensageiros. A principal novidade do app é a possibilidade de criação de canais para envio de conteúdo e outros recursos exclusivos. O aplicativo já possui sistema de login em vários aparelhos.

Entretanto, o Olhar Digital alerta: nem todos os chats do aplicativo são protegidos com criptografia de ponta a ponta, apenas os chamados ‘secret chat’ ou ‘chats seguros’.

Threema

“O Threema, segundo a própria empresa, é um mensageiro especializado em privacidade e não exige números de telefone para que uma conta seja verificada”. Quem explica isso é a própria empresa.

Apesar de o aplicativo ser pago, os usuários podem criar nomes exclusivos, que contenham até oito dígitos, e pode ser compartilhado por QR Code. O aplicativo está disponível para sistemas iOS e Android.

Wickr.Me

Assim como os anteriores, o Wickr.Me oferece o envio de mensagens e as chamadas de voz criptografadas. Uma das grandes vantagens, inegavelmente, é que o aplicativo conta com o recurso de mensagens que desaparecem ao definir um tempo limite para visualização. Além disso, o Wickr não armazena o conteúdo de mensagens ou senhas no servidor da empresa.

O aplicativo está disponível para iOS, Android, Linux, Windows e Mac.

Viber

O Viber oferece sistema para conversa multiplataforma, ideal para quem gostar de participar de grandes grupos (até 250 pessoas). O Viber oferece uma “funcionalidade de esconder com facilidade” conversas. Compatível com os sistemas Android e iOS, além do desktop. 

Kik

O Kik permite criar grupos usando apenas hashtags, por exemplo. Outro destaque desta plataforma é a possibilidade de criar contas sem informar o número do telefone. É possível criar grupos com até 50 pessoas usando apenas hashtags. Segundo os administradores do aplicativo, a ideia é dar mais privacidade aos usuários sem compartilhar dados pessoais. O aplicativo é compatível com os sistemas iOS e Android.

Para saber mais sobre o assunto, confira a matéria na íntegra clicando aqui.


Foto: Azamat E.

Por Redação em 07/01/2021

Jordan Peterson comentou sobre nazismo e marxismo em um debate com um professor. Em suma, o professor disse que Jordan ainda estava "preso ao passado", se referindo aos 20 milhões de mortos somente durante o regime de Stalin (de fato, o socialismo é um regime tão rigoroso que fez e faz vários morrerem de fome).

O professor teria dito "nós progredimos para além dos tempos do Stalinismo". Jordan Peterson, então, respondeu com uma pergunta envolvendo o nazismo.

E se um nazista dissesse o mesmo? E se dissesse: "Sabe, 1945 já passou, certo? Nós, os nacional-socialistas, já progredimos para além do que ocorreu na Alemanha Nazista. Não fique preso ao passado! Certo? Já é tempo de nos dar outra chance!".

De fato, muitos preferem não dar essa chance.

Peterson também falou sobre marxistas que argumentam que o marxismo não foi implementado "corretamente" até hoje. "Se eu fosse o líder da URSS, ao invés de Stalin, eu teria conseguido implementar a utopia comunista", dizem eles. Bom, provavelmente quem diz essa frase ou similares teria sido morto por Stalin se tivesse nascido na União Soviética e ido contra ele.

De acordo com Izvestia, o comunismo matou 110 milhões de pessoas. Conforme publicação da Folha, "O diário russo, que publicou os dados em espaço dedicado ao 80º aniversário da Revolução Russa, baseou-se em pesquisas realizadas por cientistas independentes da Suécia e dos Estados Unidos". A União Soviética lidera o ranking, com 62 milhões de pessoas entre 1917 e 1987.

Fica a pergunta: quantas pessoas os soldados de um determinado governo precisam matar para ser visto com a mesma repulsa social que o nazismo é visto?

https://www.youtube.com/watch?v=eBxtuuGBL5s

Foto: reprodução/YouTube.

Por Redação em 07/01/2021

Diante de dúvidas que surgiram sobre depois de muita gente ter passado a trabalhar de casa, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) criou um material disponível na internet para dar as informações sobre o chamado "teletrabalho".

Na cartilha denominada "Teletrabalho – o trabalho de onde você estiver", o tribunal detalha os conceitos de teletrabalho, trabalho remoto, home office e trabalho externo.

Antes de mais nada, define-se como teletrabalho a modalidade na qual as tarefas são realizadas fora das dependências do empregador, podendo ser na residência do empregado ou não, e com a utilização de recursos tecnológicos. O trabalho externo é desempenhado nas ruas por motoristas, vendedores e representantes, por exemplo.

Enfim, basicamente juridiquês enfadonho e burocrático para dizer que alguém trabalha de casa. O tema, entretanto, é relevante visto que milhões de pessoas trabalharam em casa devido ao isolamento social em 2020.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 8,5 milhões de pessoas trabalharam remotamente nos primeiros meses da quarentena. Os trabalhadores das áreas de serviços e comércio foram os que menos conseguiram realizar o teletrabalho em suas funções.

Matéria com base no site Pequenas Empresas & Grandes Negócios.


Foto: Standsome Worklifestyle.