Inteligência de Negócios

Como interpretar dados para gerar informações úteis para as empresas. É pra isso que serve a inteligência de negócios, muitas vezes também chamada de BI ou de business intelligence, o termo original em inglês. Este canal é para apresentar conteúdos relevantes para quem quer transformar sua empresa numa empresa orientada a dados (data driven business).
Pecuária 4.0: inteligência artificial no campo aumenta a produtividade

Pecuária 4.0: inteligência artificial no campo aumenta a produtividade

Plataforma Metryx é a inteligência artificial utilizada no campo e na fazenda. Reúne informações de toda a equipe e sugere soluções.

Por Redação em 26/01/2021

A tecnologia vem tomando conta de áreas nunca antes imaginadas. Quem diria que ela, a tecnologia, mudaria a forma de trabalhar na fazenda ou no campo pra sempre. É a pecuária 4.0 que usa inteligência artificial para aumentar a produtividade do gado no campo, por exemplo.

Uma nova ferramenta de gestão, criada pelo engenheiro da computação Rodrigo Gonçalves, tem inegavelmente potencial para mudar a rotina na fazenda.

Não por menos, Rodrigo é professor de Inteligência Artificial e Programação Avançada das Faculdades de Campinas (Facamp), e a ferramenta criada por ele tem como base o fluxo de dados nas redes sociais clássicas.

Inteligência artificial no campo aumenta a produtividade

O Metryx, ou seja, o aplicativo criado pelo professor, permite que todos os funcionários da fazenda lancem dados que vão desde o administrativo, consultoria e maquinário, até o campo, passando pelos insumos e informações dos proprietários.

De acordo com a Revista DBO (a revista de negócios da pecuária), todas as informações postadas alimentam uma plataforma digital.

“Com o tempo, o sistema vai consolidando os conhecimentos gerados, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor”.

Rodrigo Gonçalves explica que a inteligência artificial aumenta a produtividade do campo e do gado, por exemplo, porque passa a funcionar imitando um cérebro humano.

“Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele.

A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas ainda no início de 2021.

Para saber mais sobre o assunto, clique aqui.


Foto: Michael Pujals.