Paula Peyton, estuprada, recusou-se a abortar: “Ele é minha maior bênção”

Paula Peyton, estuprada, recusou-se a abortar: “Ele é minha maior bênção”

Paula Kirsten Peyton foi estuprada e recusou-se a abortar. A jovem, natural de Tennessee, foi concebida em um estupro em 1991 e é mãe de Caleb, um menino concebido em um estupro coletivo em 2017.

Por Redação em 22/08/2020

Paula Peyton foi estuprada e recusou-se a abortar. A jovem, natural de Tennessee, foi concebida em um estupro em 1991 e é mãe de Caleb, um menino concebido em um estupro coletivo em 2017.

“Um presente honroso e sincero de Deus: isso é o que significa o nome do meu filho, que foi concebido em um estupro coletivo”, comenta a ativista pró-vida.

Paula é diretora executiva da Hope After Rape Conception, uma organização sem fins lucrativos dedicada a ajudar mães que sofreram estupro e precisam de apoio para criar seus filhos.

Após descobrir que estava grávida, a jovem comentou que membros da igreja a qual pertencia tentaram pressioná-la a fazer um aborto. Alguns pararam de falar com ela e outros chegaram a marcar em clínicas de aborto sem o seu consentimento.

Paula Peyton conta como foi a reação dos membros de sua igreja

“Quando as pessoas tentavam falar comigo sobre o aborto, dizia-lhes que Caleb e eu estávamos indo muito bem e que mal podia esperar para ver seu rosto, abraçá-lo e ser sua mãe. Eu literalmente o chamei pelo nome durante semanas, e sempre que ia à igreja me diziam que ainda era possível ‘consertar isso’. Recebi ofertas de muitas pessoas, incluindo uma mulher rica. Todos queriam ‘me ajudar’ financiando uma viagem para fora do estado, para Novo México, para um aborto tardio”, comenta Paula.

“Disseram-me diversas vezes que meu bebê era ‘malvado’, ‘uma semente de Satanás’, uma memória permanente do estupro’, ‘nem mesmo uma pessoa’, ‘desagradável’, ‘um erro’, ‘a razão pela qual o aborto existe’, e continuavam e continuavam. Essas foram as coisas mais amáveis que disseram. Não posso contar a quantidade de vezes que me disseram que não poderia amá-lo porque fui vítima de um estupro”

Paula, sobre o que enfrentou durante a gestação

Paula Peyton afirma ainda que as pessoas que a rodeavam durante a gestação consideravam o bebê indigno. Ela concluiu que, para os padrões dessas pessoas, ela também era indigna.

Paula questionava a suposta natureza intrinsecamente malvada do que os membros da igreja chamavam de “os bebês do estupro de Satanás”. Ela não via em si nenhuma das características horríveis que disseram que seu filho teria.

Hoje, Paula Payton olha para o filho e reza por aqueles que agora estão passando pela mesma “provação que nós vivemos”.

Para ver a matéria completa, acesse o site Acidigital.

Para ler o artigo original, veja a coluna na plataforma pró-vida Live Action.


Foto: reprodução/Facebook.