O que diz a comissão do TSE sobre as tentativas de “hackear” as urnas eletrônicas?

O que diz a comissão do TSE sobre as tentativas de “hackear” as urnas eletrônicas?

A segurança tem ficado mais robusta, segundo o grupo reunido pelo TSE para avaliar o resultado dos testes.

Por Redação em 03/06/2022

Afinal, o que diz a comissão do TSE sobre as tentativas de “hackear” as urnas eletrônicas?

Juristas e técnicos de informática foram reunidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para avaliar testes de segurança realizados nas urnas e entregaram, na última terça-feira (30/05/2022), um relatório em que apontam “maturidade” do sistema de votação.

O grupo é formado por servidores da cúpula do TSE e especialistas do Ministério Público Federal, Tribunal de Contas da União, Polícia Federal, Sociedade Brasileira de Computação e de universidades. Eles examinaram cinco tentativas de invasão do sistema ou de quebra no sigilo da votação, que foram feitas em novembro de 2021.

Em maio último, os hackers voltaram ao tribunal para confirmar os ajustes realizados, a partir das falhas encontradas na segurança. A comissão do TSE avaliou essa última fase, considerada crucial para certificar a blindagem dos equipamentos usados e softwares instalados.

“Observa-se ao longo dos eventos do TPS realizados de 2009 até o momento, que os resultados apresentados demonstram a maturidade dos sistemas eleitorais. Todavia, nota-se, em alguns testes, que os avanços obtidos pelos investigadores demonstram também a relevância dos subsistemas e componentes que, isoladamente, ainda apresentam espaços para melhoria nos quesitos relativos à qualidade do projeto e à dependência dos mecanismos de segurança externos ao mesmo (riscos internos e externos”, diz o relatório final.

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Foto: Agência Brasil