Italianos pedem indenização coletiva para “todos os acima de 60 que tomaram vacina AtraZeneca”

Italianos pedem indenização coletiva para “todos os acima de 60 que tomaram vacina AtraZeneca”

Codacons pede indenização de mil euros e responsabilização criminal de Roberto Speranza, ministro da Saúde.

Por Redação em 02/05/2022

Italianos pedem indenização coletiva para todos aqueles acima de 60 anos que receberam a vacina (terapia genética) da AstraZeneca”.

A iniciativa é da Codacons, uma das associações de consumidores mais representativas da Itália, que decidiu acionar a justiça diante das hesitações do Ministério da Saúde em assumir que o fármaco em fase experimental foi o responsável pela morte da jovem Camila Canepa, de 18 anos.

Além da indenização, que pode chegar a 10 mil euros, a entidade pede ainda a responsabilização criminal do ministro da Saúde, Roberto Speranza , e do general Francesco Figliuolo, o responsável pelas medidas emergenciais durante a pandemia covid-19.

O advogado e presidente da Codacons, Marco Ramadori, acredita que mesmo aqueles que não tiveram reações devem ser indenizadas por dano imaterial, porque estão com medo de adoecer uma vez que esses experimentos têm trazido os mais diversos efeitos colaterais. O ordenamento jurídico italiano prevê que o Estado deve indenizar quem “sofre de deficiência permanente ou efeitos colaterais (…), e também as pessoas que vivem com medo de adoecer”.

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O motivo anunciado pelas autoridades de saúde é que a pandemia está sob controle, mas diante dos milhares de efeitos adversos provocados pode ser que já estejam, temporariamente, recuando temendo que a população desconfie que sua confiança em relação ao nível de segurança do fármaco foi traída e um novo Tribunal de Nuremberg seja criado para julgar as cabeças responsáveis.

Apesar do silêncio ensurdecedor da velha mídia, cúmplice dos comuno-globalistas, os documentos da Pfizer continuam sendo publicados e a primeira revelação não é nada misteriosa para quem não se deixou levar pela narrativa: a imunidade natural sempre funcionou, pois não houve diferença nos resultados entre aqueles que já haviam sido infectados pelo Covid e aqueles que haviam recebido o fármaco. Nenhum dos dois grupos teve uma infecção grave, porém os efeitos colaterais da Pfizer se mostraram mais graves entre as pessoas jovens entre 18 e 55 anos.

Mesmo com o cerceamento da empresa e das redes sociais, a porta da sede da empresa da Pfizer, em Nova York, já está sendo palco para manifestação contra a empresa, que já não tem como esconder o estrago que fez na vida daqueles que confiaram na seriedade da marca.

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Foto: Mika Baumeister