Tecnologia em Finanças e Seguros

Fintechs e Insurtechs estão revolucionando o mercado financeiro brasileiro e mundial. Novos marcos regulatórios como o banco digital, o Pix e o openbanking, são o drive destas mudanças. Neste canal vamos discutir negócios e tecnologias relacionadas a este novo mundo.
Identidade digital descentralizada entra no sistema financeiro

Identidade digital descentralizada entra no sistema financeiro

Identidade digital descentralizada é a solução do CPQD para o sistema financeiro brasileiro. Menos burocracia ou mais vigilância?

Por Redação em 22/01/2021

A identidade digital descentralizada (IDD) é a base de uma solução desenvolvida pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) em colaboração com o Banco Central.

A IDD utiliza a tecnologia Blockchain, a mesma utilizada pela criptomoeda Bitcoin.

Segundo Formigoni, o conceito de IDD já vem sendo adotado em vários países. De fato, a padronização do modelo de identidade digital descentralizada está em discussão em diversas organizações globais.

O que muda com a identidade digital descentralizada?

Com a identidade digital descentralizada, essa credencial (formada pelos dados pessoais e os diversos identificadores) fica de posse do usuário, que pode apresentá-la a outras instituições financeiras com as quais não se relaciona mas que têm uma oferta do seu interesse. “Funciona como um passaporte que ele pode usar em vários bancos. Todos os identificadores (equivalentes aos vistos e carimbos do passaporte) vão sendo somados e armazenados nessa credencial”, compara Marino.

Entre as vantagens, ele destaca a redução da burocracia e a facilidade de atualização das informações (que só precisa ser feita em um lugar). “Para os bancos, a credencial traz informações que permitem conhecer melhor o cliente e, assim, oferecer a ele produtos personalizados”, conclui Marino.

É claro, entretanto, que o governo terá acesso às informação de cada identidade digital. Apesar da utilização da blockchain, não estamos falando de uma autonomia absoluta da mesma forma que o Bitcoin oferece. Em suma, o que muda é você pode enviar seus dados para bancos dos quais você não é correntista mais facilmente.

Blockchain no setor privado

O Simples Receita também utiliza a tecnologia blockchain. O foco, entretanto, é na saúde. O Simples Receita permite que o usuário interaja com profissionais da saúde, receba receitas e as envie para farmácias de forma digital, rápida e segura, tendo sua privacidade completamente em suas mãos.

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Foto: Markus Spiske.